Fotos íntimas de Tenente do Exército vazam na web

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Brasil – Fotos íntimas de uma tenente do exército brasileiro vazaram na internet através de compartilhamentos no Whats App. As imagens começaram a circular na última terça-feira (14/01).

As fotos parecem ter sido feitas dentro de um alojamento do quartel. No fundo da foto é possível ver peças íntimas e fardamento de oficiais.

Ainda não há informações da cidade onde a tenente, identificada apenas como Renata, fez as fotos.

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Professora faz sucesso na internet ensinando os “porquês” sambando; veja vídeo

421mzhw7z3_8ms427dc5x_fileEnsinar as regras do português não é tarefa fácil. E para muitos alunos, aprender também pode ser um problema.

Uma professora com identidade desconhecida está fazendo o maior sucesso na internet com um vídeo no qual ela aparece ministrando uma aula de português.

Para ensinar seus alunos ela encara uma cantoria um tanto desafinada, que tira risadas dos alunos. Em ritmo de samba, a professora faz sua rima e no final arrisca uma dancinha embalada pelas palmas dos alunos.

Veja o vídeo.

Unodc alerta que 43 mil mulheres foram assassinadas por parceiros em 2012

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O diretor-executivo do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime, Unodc, Yuri Fedotov, afirmou que pelo menos 43 mil mulheres foram assassinadas por seus parceiros íntimos ou parentes em 2012.

Fedotov disse que mulheres e meninas continuam sendo mortas em grande quantidade em todo o mundo. Segundo ele, “esses casos envergonham qualquer sociedade”

Abusos Sexuais

O chefe do Unodc declarou que esses assassinatos representam apenas os sinais mais visíveis e brutais do que está acontecendo com milhões de mulheres.

Fedotov explicou que “escondido do público estão as terríveis experiências diárias de violência, incluindo abusos sexuais, que denigrem as vidas de mulheres e meninas”.

Ele disse que esse tipo de experiência acontece nas cidades e em áreas rurais, como também em escolas, locais de trabalho e especialmente em casa.

O representante do Unodc afirmou que “todos devem reconhecer que, da mesma forma que nenhuma sociedade está imune a esses atos violentos, todos fazem parte da solução”.

Para Fedotov, nenhuma mulher ou menina deve se sentir isolada ou em perigo.

Preconceito

Ele afirmou que a promoção de sociedades inclusivas não somente fornece a segurança que as mulheres precisam, mas também oferece oportunidades, igualdade e prosperidade.

Yuri Fedotov disse que a agência da ONU está trabalhando para acabar com o preconceito de gênero “enraizado” em muitas legislações e sistemas judiciários e que “perpetuam” a impunidade para este tipo de crime violento.

Para acabar com este crime sério, ele afirmou que a comunidade internacional deve trabalhar num espírito de parceria e cooperação para mudar as leis, as percepções e os comportamentos.

Fedotov deixou claro que se isso não for feito, o mundo continuará vendo esse crime violento minar os esforços para criar sociedades melhores e inclusivas.

Travestis e transexuais poderão usar o nome social no Enem 2015

Travestis e transexuais poderão solicitar este ano o uso do nome social no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) após a inscrição pela internet. O nome social passou a ser adotado oficialmente na aplicação do exame no ano passado, mas era preciso solicitar o uso por telefone. No dia do exame, as pessoas trans deverão ser tratadas pelo nome com o qual se identificam e não pelo nome que consta no documento de identidade. Além disso, usarão o banheiro do gênero com o qual se identificam.

O novo ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, fala à imprensa após cerimônia de transmissão de cargo, no ministério (Valter Campanato/Agência Brasil)

Para Renato Janine Ribeiro, as pessoas têm de ser tratadas com o respeito que merecemValter Campanato/Arquivo Agência Brasil

“Isso quer dizer que ninguém da equipe do Enem poderá se dirigir à pessoa por um nome que não seja o da sua condição, o que se inscreveu. O nome que essa pessoa usa é com o qual deve ser chamado”, afirmou o ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro. “As pessoas têm o direito de ser tratadas com o respeito que merecem. Portanto, ninguém deve submetê-las a situação vexatória”, acrescentou o ministro.

Ano passado, foram feitos 95 requerimentos por telefone para o uso do nome social.

Nesta edição, os participantes que desejarem esse atendimento deverão enviar cópia do documento de identificação, formulário preenchido e foto recente pelo sistema de inscrição de 15 a 26 de junho, após o período de inscrição, que é de 25 de maio a 5 de junho.

Para o cantor e ativista trans Erick Barbi, a medida foi bem recebida. “O simples fato de o MEC autorizar o nome social já na inscrição tira o peso de termos que nos explicar para as demais pessoas. Alivia muito o processo e, com certeza, levará mais jovens ao exame. Todos ficarão mais tranquilos e poderão melhorar até o desempenho na prova.”

Ele destaca ainda a importância do uso do banheiro de acordo com a identidade de gênero: “A maioria das pessoas trans tem problemas ao frequentar o banheiro. Muitos evitam ir ao banheiro”, acrescenta.

Coordenadora colegiada do Fórum de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (Fórum LGBT) do Espírito Santo, Deborah Sabará fez o Enem em 2014 e vai se inscrever novamente este ano. Ela quer cursar serviço social. “Sabemos que é difícil ingressar em uma escola com um gênero diferente do que o sexo designa, mas com o direito de usar o nome social a gente constroi esse espaço”, destacou.

Deborah informou que, desde a prova do ano passado, recebe mensagens de outras travestis e transexuais pedindo informações e mostrando interesse no exame. “Vou participar de novo e usar isso como instrumento de militância, de modo a incentivar outras a participarem e voltarem a estudar.”

Para a pedagoga Janaina Lima, integrante do Grupo Identidade, de Campinas, a iniciativa é positiva, na medida que atrai travestis e transsexuais para os estudos. Ela ficou quase 20 anos afastada da escola e disse que voltou a estudar “graças ao Enem”. Ela conseguiu ingresssar na graduação pelo Programa Universidade para Todos (ProUni).

Segundo Janaina, a possibilidade de ser chamada pelo nome da identidade afastava as pessoas trans. “Quando a pessoa ia fazer o Enem tinha a questão do nome, uma barreira, podia ser colocada em uma situação vexatória. Agora, se tiver, é uma pessoa ou outra que vai querer praticar ato discriminatório, vai ser menor e é uma pessoa, e não a instituição.”

O edital do exame será publicado nesta segunda-feira (18) no Diário Oficial da União. As provas serão nos dias 24 e 25 de outubro.

Fonte: Agência Brasil

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