Ivete Sangalo publica vídeo cantando “Lepo Lepo”

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Ivete Sangalo publicou um vídeo cantando a nova “Lepo Lepo”, da banda Psirico. Em seu perfil no Instagram, a cantora empolgada diz que adora a música que é a aposta do grupo de pagode para o verão baiano.

“Amoooo! @psirico ta estourado!! Amo ‘lepo lepo'”, escreveu ela ao legendar o vídeo.

Para assistir o vídeo clique no link.

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Miss Universo 65 gasta US$ 2 milhões em plástica e consegue ‘parar’ o tempo

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Apasra Hongsakula se tornou a primeira Miss Universo da Tailândia em 1965, quando tinha apenas 18 anos de idade. De lá para cá, 49 anos depois, ela impressiona pela aparência jovial.

Ela voltou a ser assunto na Tailândia e no mundo depois que uma foto sua circulou na internet chocando os fãs por sua aparência, que em nada lembra uma senhora de 67 anos.

Nas páginas de Apasra em redes sociais, ela costuma usar fotos em que aparenta ter muito menos idade. O mesmo acontece com as imagens de anúncios do seu spa, estrelados por ela.

Segundo uma fonte do concurso, em entrevista ao ao programa “The Morning News”, a Miss Universo 1965 teria gasto US$ 2 milhões em cirurgias plásticas e procedimentos de beleza para continuar jovem. O representante de Apasra Hongsakula a defendeu dizendo que ela fez apenas tratamentos de beleza  e que, além do tratamento de pele, envolveram alisamento de cabelo e muito uso de protetor solar.

Ele não mencionou se há ou não o uso de Photoshop nas imagens postada pela Miss, que é dona de uma rede de spas.

Aspara derrotou no ano de 1965 misses loiras como as da Holanda, Finlândia, Suécia e Estados Unidos, e foi a segunda Miss Universo asiática e a primeira de seu país. Sua beleza exótica e “porte de realeza” conquistaram os jurados e o público que acompanhou de perto o concurso.

Fonte: Ego

POLÍCIA MILITAR REALIZA “CAFÉ CIENTÍFICO” EM ITABUNA

Foto 1 Rava MidlejA Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (FICC) serviu de palco para a realização do I Café Científico da Polícia Militar da Bahia – Região Sul, realizado na última quarta-feira (08). O projeto foi elaborado pelos aspirantes a oficiais 2013 da Polícia Militar da Bahia, e tem como objetivo

a construção do conhecimento científico dentro da instituição, bem como criar um diálogo entre os profissionais de segurança pública e a sociedade civil. Em suma, privilegiou-se aquele momento como um espaço de convivência, reflexão, discussão de ideias e opiniões que proporcionaram um melhor entendimento da sociedade sobre as atividades policiais, além da abertura para o estudo e o aumento do interesse na elaboração de pesquisa e extensão na área de Segurança Pública.

O I Café Científico teve como convidado especial o Coronel da Reserva da PMBA, bacharel em Direito, professor e pesquisador, Antônio Jorge Ferreira Melo, que ao iniciar a sua palestra, compartilhou com os presentes, que convites como estes “ainda tocam fundo no coração desse velho soldado”.

De acordo com a militar Priscila Lemos, lotada na sexagésima oitava Companhia Independente, esse momento foi o primeiro dos muitos que ainda virão. “A proposta é muito interessante, o Café Científico abre portas e estabelece um vínculo mais acessível aos exercícios e visões da polícia, no campo do aprofundamento do estudo, e no que abrange a sua atuação nas ruas, e a própria comunicação com a sociedade”, disse em agradecimento aos gestores da FICC por terem cedido o espaço.

 O presidente da FICC, o professor Roberto José da Silva, disse que se sente honrado em poder oportunizar, dentro do espaço da fundação, um diálogo sobre Segurança Pública e Cidadania. “A FICC reafirma sua parceria, seu compromisso de contribuir para que as políticas de pacificação em nossa cidade e em nossa região sejam ampliadas. O que se realizou na sede não foi somente um momento de discussão. Implementaram-se estratégias muito contundentes de valorização do policial militar, de desenvolvimento tecnológico inteligente e de colaboração (união) da Polícia Militar com a sociedade civil. Temos a certeza de que esse é o caminho certo para que o trabalho da polícia seja cada vez mais valorizado e para que a sociedade perceba que estamos integrando forças para um bem comum”, ratificou.

Foto 5 Rava Midlej

Editora Mondrongo lança importante livro para a região

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ENTRE O FRUTO E O OURO

Ex-escravos brigando com seus antigos senhores pelo pagamento do trabalho no pós-abolição, trabalhadores se organizando em sociedades de classe, prostitutas na maior algazarra em pleno centro urbano, mendigos dizendo não à limpeza social dos poderosos, uma Miss Brasil para servir de exemplo de progresso, trabalhadores rurais migrando para as maiores cidades do sul da Bahia, estes são apenas alguns dos fatos históricos narrados pela obra Entre o fruto e ouro: escritos de história social do Sul da Bahia, que a Editora Mondrongo lança em comemoração aos seus três anos de fundação. O livro é organizado pelos historiadores Philipe Murillo Santana de Carvalho e Erahsto Felício de Sousa e será lançado em Itabuna, na sede da FICC, no próximo dia 17 de outubro, sexta-feira, às 19:30.

Com 368 páginas, a obra reúne os trabalhos de história mais recentes sobre o sul da Bahia – especialmente do eixo Ilhéus-Itabuna – defendidos nas melhores universidades do país. Ao todo, nove historiadores trazem um olhar diferenciado e inédito sobre a região, pois narram as trajetórias de sujeitos históricos marginalizados e ausentes da “memória Grapiúna”. Saltam das páginas homens e mulheres, trabalhadores, negros e pobres, os quais vivenciaram desde o período pós-abolição nas fazendas de cacau até a formação dos maiores bairros periféricos das duas principais cidades da região. Em paralelo, a obra também estabelece um olhar crítico sobre as elites ao mostrar como se determinou modelos de feminilidade e de sexualidade em nome de uma cidade moderna e progressista. Em comum, nossos personagens romperam os limites das desigualdades sociais e do preconceito cultural para fazerem sua própria história numa terra afamada pelos frutos e pelo ouro do cacau.

Entre o fruto e o ouro contém nove capítulos, resultados de dissertações de mestrado e de teses de doutorado escritas a partir de árdua pesquisa nos principais arquivos e centro de documentação da Bahia e de outros estados. Neles, surgem atores individuais e coletivos pouco conhecidos, como a Sociedade Montepio dos Artistas de Itabuna, as “mulheres de vida livre” das ruas Rui Barbosa e Duque de Caxias, o mendigo “Papai Noel”, a Miss Brasil Maria Olívia Rebouças; e os moradores dos bairros Maria Pinheiro em Itabuna e Teotônio Vilela em Ilhéus. A obra traz também fotografias inéditas, reportagens de jornais e de revistas antigas, processos judiciais, cartas e telegramas, utilizados como fontes de investigação dos pesquisadores. Por isso, este livro é destinado àqueles que se interessam por conhecer melhor personagens e fatos históricos do sul da Bahia.

Os organizadores desta coletânea são Philipe Murillo Santana de Carvalho, 31 anos, mestre em história pela UNEB e doutorando em História Social pela UFBA, professor do Instituto Federal da Bahia – campus Ilhéus; e Erahsto Felício de Sousa, 27 anos, mestre em História Social pela

Universidade Federal da Bahia, professor do Instituto Federal da Bahia – campus Valença. Em comum, estes pesquisadores estudaram o século XX do sul da Bahia e agora apresentam trabalhos que mostram que entre o fruto e o ouro, há histórias diferentes para ser conhecida sobre a sociedade e a cultura de Ilhéus e Itabuna.

 

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