Padrasto abusa de enteado e é estuprado na prisão

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Brasília- No fim de março um caso de um padrasto que estuprou o enteado de 1 ano e 8 meses deixou a população de Brasília indignada. O professor de jiu-jitsu Daryell Dickson Menezes Xavier espancou e estuprou o enteado no fim de março em Taguatinga.

No dia 1º de abril o estuprador se apresentou a polícia, foi ouvido e está cumprindo prisão temporária de 30 dias. A mãe da criança publicou vários desabafos no facebook, “Agora nesse momento eu abro minha boca a todos! Não amenizei minha dor, mas comecei a fazer justiça à minha própria paz, ao meu próprio coração. Cara a cara com o assassino do meu neném! Eu o repudio!”, escreveu. Ela ainda disse, “Eu entreguei minha vida e a do meu filho pra esse homem cuidar, eu acreditei no amor e na bondade dele, eu o apoiei, eu o amei, e aceitei seus defeitos sem saber que ele era algo muito pior, minha família inteira se encantou por ele, fomos acolhidos e acolhemos ele e seu filho”, relata Gabrielle Estrela no texto.

Fotos divulgadas na internet mostram o autor sendo medicado após ter sido estuprado e segundo informações ainda com pontos, ele foi abusado novamente na cadeia por presos revoltados.

Na delegacia, Daryell disse a ex-esposa que estava possuído pelo demônio quando isso aconteceu. Segundo a polícia, na cela onde estava, Daryell disse que era professor de jiu jitsu e que se caso alguém fizesse graça poderia se dar muito mal, 20 presos se juntaram para abusar do estuprador.

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Após ser abandonado pela mulher, homem mantém filha de 6 anos como sua esposa e a obriga abortar após engravidá-la

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Uma mulher revelou como ela visitou seu pai à beira da morte, na prisão, para lhe dizer ‘eu te amo’ depois que ele foi preso por ter abusado dela por décadas.

Judy van Niekerk, de 46 anos, de Londres, na Inglaterra, tinha apenas seis anos quando seu pai, Noah Walsh, começou a abusar dela, mantendo-a presa na casa da família.

Judy cuidava do pai e da casa depois que sua mãe abandonou a família quando ela tinha apenas seis anos.

Durante anos ele a submeteu a abusos de caráter físico e íntimo, chegando a quebrar-lhe ossos e até mesmo a dar-lhe um tiro no peito.

Judy conta que o pai também agredia a mãe, mas quando ela deixou a família, o homem passou a tratar a filha como sua mulher. Ela cuidava dos 5 irmãos, preparando os lanches que levavam para a escola, lavava as roupas de todos à mão e a partir dos 11 anos de idade foi forçada a ter relação íntima com o pai. Judy também foi proibida de frequentar a escola.

Ela contou que depois de passar a ser estuprada, sentia-se confusa e totalmente inútil. Numa das agressões íntimas, a menina engravidou e o pai a forçou a abortar. As agressões quebraram alguns ossos de Judy e o pai chegou ao ponto de atirar no peito da filha.

Um vizinho chamou uma ambulância e médicos disseram que ela poderia ter morrido, mas o pai disse a eles que ela tinha atirado em si mesma.

No entanto, apesar de estar em um hospital, Judy não podia contar com ninguém para ajudá-la a escapar de seu pesadelo.

Ela disse: “Nós mantivemos mudando de casa para não termos vizinhos fixos.”

Judy conta que no mesmo ano engravidou pela segunda vez e quis ficar com o bebê, pois se sentia muito solitária, mas o pai não permitiu, temendo que descobrissem o que fazia com filha.

Após algumas tentativas de fazer a filha abortar novamente, o pai o conseguiu usando um cabide.

“Mais tarde eu me desculpei com meu pai por ficar grávida. Eu senti que era minha culpa. Eu sofria uma lavagem cerebral”, disse Judy.

Finalmente, quando tinha 20 anos, ela planejou escapar. Entrou em contato com agências para conseguir um emprego e, como tinha um cartão de crédito, fez as malas com roupas e com um colar que seu pai tinha comprado.

Ela percebeu que poderia ser a única chance de escapar e então fugiu durante a noite com destino ao aeroporto de Londres e, como estava perto demais do pai, decidiu viajar pra a África do Sul, onde ela conheceu Van Niekerk, de 46 anos, com quem se casou mais tarde.

Ele a fez, finalmente, perceber que ela não era a culpada pela forma como seu pai a tratou, e graças ao seu apoio, a encorajou a enfrentar seu pai no tribunal.

Walsh admitiu três acusações de estupro e duas de exposição indecente em meio a trinta outras.

Apenas quatro anos depois de sua sentença, em 2004, Judy Van Niekerk recebeu uma mensagem da polícia dizendo que o pai estava em um hospício, com câncer terminal de pulmão. Ela então decidiu vê-lo.

“Eu percebi que tinha que dizer a ele que eu me importava. Eu estava grata por tudo o que ele me ensinou – como nadar, e ser forte. Estava com medo no começo, mas isso logo desapareceu quando coloquei os olhos nele, pois ele estava devastado pelo câncer”, disse ela.

No entanto, Walsh não tinha ideia da dor e do sofrimento que ele causara a sua filha.

Ela continuou: “Eu odiava vê-lo sofrer e ele estava feliz em me ver. Ele estava confuso sobre o porquê de eu o denunciar à polícia. Mas isso não me perturbou ou me irritou. Eu não poderia julgá-lo. Eu disse a ele: ‘Eu te amo’ e ele me disse de volta.

Depois que ele morreu, eu fiquei triste. Ele ainda era o meu pai. Tive o prazer de poder vê-lo pela última vez.”

Fonte: Daily Mail

Casal que se conheceu pelo Tinder faz tatuagem do App e planeja casamento

RTEmagicC_1d12ade603.jpgLuana Jahnke e Rodrigo Zanotta se conheceram pelo Tinder – aplicativo de paquera criado em 2012 – há dez meses e já pensam e se casar. Mas antes disso, o jovem casal de Pelotas, na Região Sul do Rio Grande do Sul, decidiu eternizar a história de amor com uma dupla tatuagem.

Os dois tatuaram em seus pulsos o ícone do aplicativo que teve papel de ‘cupido’ na relação. “Nós queremos que o nosso amor dure pra sempre. Mas mesmo se não durar, a gente vai levar marcado a nossa história”, explica Luana em entrevista ao portal G1 RS.

Segundo a publicação, quem teve a ideia foi Rodrigo, que teve aprovação imediata da namorada.

Luana conta que entrou no app apenas para fazer um trabalho para a faculdade, mas que resolveu entrar outras vezes depois. Foi quando Rodrigo surgiu com uma cantada barata. “Ele me disse: ‘Que gremista linda'”, lembra. Os dois continuaram a conversa e começaram a namorar semanas depois.

Fonte: O Correio

Apresentador de TV dá adeus aos telespectadores após descobrir doença sem cura

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O âncora do programa de notícias ABC 11, Larry Stogner, se despediu de forma emocionada dos telespectadores na última sexta-feira (23). Ele disse que vai deixar o jornalismo de lado para lutar contra a ELA (esclerose lateral amiotrófica) — doença neurológica degenerativa, progressiva e sem cura.

Stogner, da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, admitiu a doença após os telespectadores começarem a notar algumas mudanças em sua voz.

— Alguns de vocês se lembram de que aderi à campanha do desafio do balde de gelo. Mas, mal sabia eu que estava prestes a mudar de vida. Minha carreira no jornalismo está chegando ao fim.

Ele explicou que vai tirar férias com a mulher Bobbi, retornando pela última vez à televisão no dia 6 de fevereiro para dar um adeus mais pessoal.

De causa ainda desconhecida, a ELA atinge mais homens que mulheres entre 40 e 60 anos. A expectativa de vida é de dois a cinco anos, embora alguns pacientes vivam por mais tempo com a ajuda de medicação. Em geral, a causa da morte é em decorrência, principalmente, da atrofia dos músculos do pulmão. (R7)

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