Padrasto abusa de enteado e é estuprado na prisão

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Brasília- No fim de março um caso de um padrasto que estuprou o enteado de 1 ano e 8 meses deixou a população de Brasília indignada. O professor de jiu-jitsu Daryell Dickson Menezes Xavier espancou e estuprou o enteado no fim de março em Taguatinga.

No dia 1º de abril o estuprador se apresentou a polícia, foi ouvido e está cumprindo prisão temporária de 30 dias. A mãe da criança publicou vários desabafos no facebook, “Agora nesse momento eu abro minha boca a todos! Não amenizei minha dor, mas comecei a fazer justiça à minha própria paz, ao meu próprio coração. Cara a cara com o assassino do meu neném! Eu o repudio!”, escreveu. Ela ainda disse, “Eu entreguei minha vida e a do meu filho pra esse homem cuidar, eu acreditei no amor e na bondade dele, eu o apoiei, eu o amei, e aceitei seus defeitos sem saber que ele era algo muito pior, minha família inteira se encantou por ele, fomos acolhidos e acolhemos ele e seu filho”, relata Gabrielle Estrela no texto.

Fotos divulgadas na internet mostram o autor sendo medicado após ter sido estuprado e segundo informações ainda com pontos, ele foi abusado novamente na cadeia por presos revoltados.

Na delegacia, Daryell disse a ex-esposa que estava possuído pelo demônio quando isso aconteceu. Segundo a polícia, na cela onde estava, Daryell disse que era professor de jiu jitsu e que se caso alguém fizesse graça poderia se dar muito mal, 20 presos se juntaram para abusar do estuprador.

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Nove motivos para você se preocupar com a nova lei da terceirização

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O número de trabalhadores terceirizados deve aumentar caso o Congresso aprove o Projeto de Lei 4.330. A nova lei abre as portas para que as empresas possam subcontratar todos os seus serviços. Hoje, somente atividades secundárias podem ser delegadas a outras empresas, como, por exemplo, a limpeza e manutenção de máquinas.

Entidades de trabalhadores, auditores fiscais, procuradores do trabalho e juízes trabalhistas acreditam que o projeto é nocivo aos trabalhadores e à sociedade.
Descubra por que você deve se preocupar com a mudança:

1- Salários e benefícios devem ser cortados

O salário de trabalhadores terceirizados é 24% menor do que o dos  empregados formais, segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos(Dieese).

No setor bancário, a diferença é ainda maior: eles ganham em média um terço do salário dos contratados. Segundo o Sindicato dos Bancários de São Paulo, eles não têm participação nos lucros, auxílio-creche e jornada de seis horas.

2- Número de empregos pode cair

Terceirizados trabalham, em média, três horas a mais por semana do que contratados diretamente. Com mais gente fazendo jornadas maiores, deve cair o número de vagas em todos os setores.

Se o processo fosse inverso e os terceirizados passassem a trabalhar o mesmo número de horas que os contratados, seriam criadas 882.959 novas vagas, segundo o Dieese.

3- Risco de acidente deve aumentar

Os terceirizados são os empregados que mais sofrem acidentes. Na Petrobras, mais de 80% dos mortos em serviço entre 1995 e 2013 eram subcontratados. A segurança é prejudicada porque companhias de menor porte não têm as mesmas condições tecnológicas e econômicas. Além disso, elas recebem menos cobrança para manter um padrão equivalente ao seu porte.

4 – O preconceito no trabalho pode crescer

A maior ocorrência de denúncias de discriminação está em setores onde há mais terceirizados, como os de limpeza e vigilância, segundo relatório da Central Única dos Trabalhadores (CUT). Com refeitórios, vestiários e uniformes que os diferenciam, incentiva-se a percepção discriminatória de que são trabalhadores de “segunda classe”.

5- Negociação com patrão ficará mais difícil

Terceirizados que trabalham em um mesmo local têm patrões diferentes e são representados por sindicatos de setores distintos. Essa divisão afeta a capacidade de eles pressionarem por benefícios. Isolados, terão mais dificuldades de negociar de forma conjunta ou de fazer ações, como greves.

6- Casos de trabalho escravo podem se multiplicar

A mão de obra terceirizada é usada para tentar fugir das responsabilidades trabalhistas. Entre 2010 e 2014, cerca de 90% dos trabalhadores resgatados nos dez maiores flagrantes de trabalho escravo contemporâneo eram terceirizados, conforme dados do Ministério do Trabalho e Emprego. Casos como esses já acontecem em setores como mineração, confecções e manutenção elétrica.

7- Maus empregadores sairão impunes

Com a nova lei, ficará mais difícil responsabilizar empregadores que desrespeitam os direitos trabalhistas, porque a relação entre a empresa principal e o funcionário terceirizado fica mais distante e difícil de ser comprovada. Em dezembro do último ano, o Tribunal Superior do Trabalho tinha 15.082 processos sobre terceirização na fila para serem julgados, e a perspectiva dos juízes é de que esse número aumente. Isso porque é mais difícil provar a responsabilidade dos empregadores sobre lesões a terceirizados.

8- Haverá mais facilidades para corrupção

Casos de corrupção como o do bicheiro Carlos Cachoeira e do ex-governador do Distrito Federal José Roberto Arruda envolviam a terceirização de serviços públicos. Em diversos casos menores, contratos fraudulentos de terceirização também foram usados para desviar dinheiro do Estado. Para o procurador do trabalho Rafael Gomes, a nova lei libera a corrupção nas terceirizações do setor público. A saúde e a educação públicas perdem dinheiro com isso.

9- Estado terá menos arrecadação e mais gastos

Empresas menores pagam menos impostos. Como o trabalho terceirizado transfere funcionários para empresas menores, isso diminuiria a arrecadação do Estado. Ao mesmo tempo, a ampliação da terceirização deve provocar uma sobrecarga adicional ao Sistema Único de Saúde (SUS) e ao INSS. Segundo juízes do TST, isso acontece porque os trabalhadores terceirizados são vítimas de acidentes de trabalho e doenças ocupacionais com mais frequência, o que gera gastos ao setor público.

 

Fontes: Relatórios e pareceres da Procuradoria Geral da República (PGR), da Central Única dos Trabalhadores (CUT), do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos e de juízes do Tribunal Superior do Trabalho. Entrevistas com o auditor fiscal Renato Bignami e o procurador do trabalho Rafael Gomes.

Comer couve todo dia deixa cérebro 11 anos mais jovem, diz pesquisa

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Benefícios dos vegetais verdes escuros

De acordo com um estudo realizado na Universidade Rush, nos Estados Unidos, uma única porção de folhas verdes escuras por dia pode rejuvenescer o cérebro.

Suco verde é uma boa forma de consumir couve.

Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores avaliaram a dieta e a habilidade mental de 950 idosos durante 10 anos. Nesse período, foram feitos testes para detectar a função mental, além da identificação dos alimentos que fazem da dieta deles.

Aqueles que consumiam vegetais verdes folhosos, como espinafre e couve, uma ou duas vezes por dia tiveram declínio cognitivo significantemente menor que os outros participantes, mesmo levando em conta outros fatores como nível de escolaridade, prática de exercícios físicos e histórico familiar de demência.

Em média, os participantes que comeram com frequência os vegetais verdes escuros folhosos tiveram declínio mental 11 anos mais tarde que quem dispensava esses alimentos.

Saúde do cérebro

A nutricionista Talitta Maciel, do Espaço Reeducação Alimentar, explica que as verduras verdes funcionam como protetores naturais do cérebro.  “Todas as folhas de cor verde escura, como as couves (manteiga, brócolis, flor), espinafre e a folha da beterraba possuem vitamina E, antioxidante e neutralizador dos radicais livres, propriedade importantíssima na prevenção de doenças e envelhecimento precoce”, afirma.

O consumo das folhas verdes previne arteriosclerose, já que é rico em betacaroteno e vitamina C, conhecidos antioxidantes que impedem a fixação de colesterol ruim nas artérias e veias. Por fim, o ácido fólico evita a ocorrência de infarto e acidente vascular cerebral.

Garota do tempo planta bananeira no estúdio para anunciar demissão

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A jornalista Gabriella Bordash, a garota do tempo do jornal Teledomingo, da TV RBS, afiliada da Globo no Rio Grande do Sul, resolveu anunciar seu pedido de demissão de uma maneira diferente.

Gabriella plantou bananeira no estúdio para ilustrar a sua saída do telejornal. O vídeo foi postado na página da jornalista com uma mensagem de agradecimento à TV RBS pelos quatro anos de trabalho juntos.

Ao que parece, o momento aconteceu anteriormente nos bastidores do programa. A bananeira foi um meio de simbolizar a frase em que diz que ela virou “a vida de pernas para o ar”.

A decisão de deixar o programa partiu da vontade de realizar os seus sonhos que nasceram muito antes de iniciar sua jornada no programa. Segundo ela, “a decisão foi tomada após meses amadurecendo essa ideia”.

Confira o depoimento da jornalista na íntegra.

“E um belo dia resolvi virar minha vida de cabeça para baixo. Depois de pouco mais de quatro anos deixei a RBS. Embora tenha escrito o título acima, não foi de uma hora para outra, não. A decisão foi tomada após meses amadurecendo essa ideia. Resolvi que precisava ir adiante. Sou muito grata à empresa que, além de ter me ensinado grandes lições sobre jornalismo, me presenteou com amigos pra vida inteira e ainda um marido (haha). Nada é por acaso mesmo! Mas agora é hora de dar vida às ideias que sempre me acompanharam até mesmo antes de entrar na faculdade. De tocar projetos que eu realmente acredito. Penso que, para sermos felizes, temos de estar constantemente sentindo frio na barriga. E, definitivamente, quem não arrisca não petisca. Obrigada a todos que acreditaram e torceram por mim até agora. Prometo não decepcionar. Pelo menos a mim mesma. Grande beijo a todos”

 

Fonte: R7

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